domingo, 12 de agosto de 2012

Monarquias são mais baratas que Repúblicas.


Dos muitos equívocos atinentes ao regime monárquico, talvez o mais comum resida na falsa noção de que este é mais dispendioso que o regime republicano. Não são poucos os que a mera lembrança da palavra “monarquia” traz à mente imagens de luxo, fausto e ostentação.
Uma das razões para a confusão é o pomposo cerimonial típico da Monarquia Britânica. De fato, graças ao seu aparato, ela é a mais cara de todas elas – e ainda assim, seu custo não pode ser comparado ao de uma República.
A Monarquia Britânica custa anualmente a quantia de U$ 1,20 a cada um dos seus súditos, o preço de um pão no mercado local. Em seqüência vêm as Monarquias Sueca e Belga – US $0,77 –, a Monarquia Espanhola – US $0,74 –, a Monarquia Japonesa – US $0,41 – e a Monarquia Holandesa – US $0,32. A título de comparação, a Presidência dos Estados Unidos custa ao contribuinte americano quase cinco dólares por ano.
No total, em 2006, os cofres britânicos desembolsaram £ 37,4 milhões (R$ 138 milhões) para financiar sua Monarquia. Ao mesmo tempo, as propriedades da Coroa, que pertencem à Rainha e são administrados pelo Governo, renderam no ano passado £ 184,8 milhões (R$ 683 milhões) – ou seja, se a Monarquia fosse abolida na Grã-Bretanha, as contas públicas teriam perda automática de R$ 550 milhões.
Por outro lado, o custo da Presidência da República para o Tesouro Nacional foi avaliado, em 2004, em R$ 2,6 bilhões – a mesma quantia investida em 2006 no Programa Luz Para Todos. Aristide Briand, Primeiro-Ministro francês e maior dirigente do radical-socialismo no começo do século passado, disse certa vez sobre Portugal que era “um país muito pobre para sustentar uma República.”
Outro erro usual é a crença de que numa Monarquia o dinheiro dos contribuintes é utilizado para bancar as extravagâncias de uma família. A bem da verdade, nem todos do gastos da realeza são pagos com dinheiro público, mas apenas aqueles inerentes à sua função constitucional. No Reino Unido, por exemplo, grande parte dessa quantia é destinada à manutenção de palácios (Buckingham, Windsor, Holyroodhouse, Hillsborough, St James’s, Kensington), que pertencem ao Estado e são utilizados pela Família Real para cumprir deveres oficiais. Suas residências privadas (Balmoral, Sandringham) são financiados pela renda proveniente da herança da família.
Além disso, não são todos os membros da Família Real que têm suas despesas custeadas pela Lista Civil, mas apenas a Rainha, o Príncipe de Gales, e seus consortes, o Príncipe Phillip, Duque de Edimburgo (£ 340.000 ou R$ 1,25 milhão), e Camilla, Duquesa da Cornualha (£ 2.000 ou R$ 7.300). Em 2006, por exemplo, David Armstrong-Jones, Visconde Linley e Lady Sarah Chatto, filhos da Princesa Margaret, Condessa de Snowdon, e únicos sobrinhos de Elizabeth II, tiveram que vender jóias e obras de arte para ter com o que pagar os impostos sobre herança vigentes no Reino Unido.
Na República, no entanto, são muitas as famílias a sustentar. Um levantamento feito em 1992 pelo jornal Miami Herald mostrou que naquele ano os Estados Unidos tiveram um gasto de mais de US$ 20 milhões em pensões de seus ex-Presidentes ou suas viúvas, sem contar o gasto com a proteção oferecida pelo Serviço Secreto, estimado à época em US$ 18,5 milhões.
No Brasil não é diferente. Nossos quatro ex-Presidentes têm direito legal a empregar oito servidores às custas do erário, além de dois carros oficiais com motoristas.
Nas Repúblicas, ao contrário das Monarquias, não há o respeito pela coisa pública. Suas autoridades “agem segundo a concepção de que, se o erário é do público, e eles são formalmente os representantes do público, podem dispor desse erário como se fosse seu, enquanto forem representantes desse público. Disso resulta, paradoxalmente, que na república a coisa pública não é pública, não é do público, mas de quem o representa[1]”.
A comparação dos custos do regime republicano e do regime monárquico adquire contornos claros quando é observada a situação brasileira. Entre 1840 e 1889 a Família Imperial recebia a quantia de 67 contos de réis mensais, muito embora a arrecadação, nesse período, tenha crescido 15 vezes. No entanto, já em 16 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca assinava decreto aumentando a renda destinada ao Chefe de Estado para 120 contos de réis mensais porque, argumentou ele, a renda destinada à Casa Imperial era “muito pouca”.
Com essa renda, Dom Pedro II conseguia manter palácios, servidores e a Família Imperial, além de destinar 30% de todos os seus rendimentos para as vítimas da Guerra do Paraguai e, como mostra o Decreto n.º 5, da República, “pensionar, do seu bolso, a necessitados e enfermos, viuvas e orphãos.” Eram no total 409 pessoas.
Pouco depois de deposto, o Imperador recusou uma indenização oferecida pelo Governo Provisório da ordem de cinco mil contos de réis, o equivalente a quatro toneladas e meia de ouro, com as seguintes palavras: “Que autoridade têm esses homens, que se dizem governo, para dispor assim do dinheiro da nação?”.
Antes, em 1871, quando partiu para sua primeira viagem ao exterior, Dom Pedro II também recusou uma verba de quatro mil contos de réis oferecida pela Assembléia Geral, além de um aumento na dotação da Princesa Isabel, por assumir a Regência. “Espero que o Ministério se apresse em fazer desaprovar o quanto antes semelhantes favores, que eu e milha filha rejeitamos. Respeito a intenção de todos; mas respeitem também o desinteresse com que tenho servido à Nação”, foi o bilhete enviado ao Ministro João Alfredo Corrêa de Oliveira. Na ocasião, a Assembléia Geral também ofereceu um navio de guerra, com escolta de outros três, para a viagem do Imperador. Ele recusou, preferindo viajar em navio de carreira.
Quando um incêndio destruiu parte do Palácio de Windsor, em 1992, Elizabeth II fez questão de pagar pela reforma com seu próprio dinheiro. Da mesma forma, em 1991, Juan Carlos, Rei de Espanha, doou ao patrimônio público um palácio que recebera de presente do Rei Hussein da Jordânia.

[1]    SILVA, Paulo Napoleão Nogueira da. Monarquia na atualidade. In: ________. Monarquia: verdades e mentiras. São Paulo: Edições GRD, 1994. Cap. 7, p. 179.




Canibalismo é política pública no Comunismo Chinês.


A China deu a partida a uma série de notícias recentes sobre repugnantes fatos de canibalismo, não apenas entre pagãos incultos, mas entre ocidentais ex-cristãos.

De início, a polícia da Coréia do Sul interceptou carregamentos de cápsulas com aparência de medicamentos, contendo carne humana seca, verossimilmente de fetos, proveniente do gigante socialista. Seu destino provável era alimentar o mercado de afrodisíacos...

A China negou a denúncia, mas logo depois a polícia deteve Zhang Yongming, 56, na província de Yunnan, suspeito de ter assassinado e decepado 20 jovens. Ele vendia depois os horrendos “cortes” como “carne de avestruz”, entregando os restos aos cachorros. As macabras revelações vieram à luz na imprensa de Hong-Kong. 

A imprensa oficial e a Internet da China nada disseram. Mas, segundo a revista francesa“Le Point”, o silêncio se deveu à pesada censura do governo, que caiu também sobre esse assunto.

Qualquer procura pelas palavras “Yunnan” ou “desaparecidos” não forneciam resultado algum, por causa da “Muralha de fogo” da censura.

“Zhang Yongming é um monstruo caníbal”, diziam os moradores de sua cidade. Alguns diziam ter visto sacos de plástico verde pendurados na casa do criminoso, onde podiam se perceber ossos humanos.

Segundo o jornal “The Standard”, de Hong-Kong, a polícia descobriu na casa de Zhang dezenas de glóbulos oculares conservados em garrafas de licor e, pendurados, pedaços de carne humana secando.

O canibalismo é um tema sensível na China, por ter sido muito praticado durante o Grande Salto Adiante de Mao Tse Tung, nos anos 50. Na ocasião, a reforma agrária e a industrialização forçada causaram dezenas de milhões de mortes por fome. E, no desespero, essa prática atroz se generalizou.

Mas não foi só o desespero. Em certos casos o “canibalismo político” de inimigos da revolução comunista foi exigido como prova de fidelidade e adesão ao regime marxista durante a Revolução Cultural dos anos 1966-1976, acrescentou “Le Point”.

O Instituto pela Unificação Nacional – KINU, da Coreia do Sul, expôs em seu Livro Branco sobre os Direitos do Homem na Coreia do Norte a existência de tão horríveis práticas nesse genuíno satélite da China.

O Instituto baseia suas conclusões num aprofundado inquérito realizado em 2011, que recolheu o testemunho de 230 fugitivos da Coreia comunista. Entre 2006 e 2011, foram apurados pelo menos três casos de execuções públicas com a finalidade de obter carne para o canibalismo. Os refugiados e testemunhas falaram da venda de carne humana em mercados fingindo ser carne de ovelha.

O relatório cita casos de pais de família que mataram seus filhos para usá-los como alimento. Em 2011, a missão Caleb, realizada por missionários sul-coreanos, obteve documento da polícia norte-coreana de 2009, dando a entender que a prática estava muito mais estendida do que se supunha numa população que vive na penúria alimentar extrema. 

De acordo como o Programa Alimentar Mundial – PAM da ONU, em 2011 cerca de seis milhões de norte-coreanos estavam gravemente ameaçados pela fome. No outono de 2011, ONGs que mantêm contato com redes de opositores obtiveram dados que confirmam esses panoramas autenticamente socialistas.

Os próprios membros do exército roubam aos civis suas magras “bolsas” para se alimentarem, informou o “Daily HK” site da Coreia do Sul. 

O diário parisiense “Le Figaro” acrescentou que a ONG Citizens Alliance for North Korean Human Rights – NKHR recolheu outros testemunhos de fatos análogos acontecidos em situações de fome enlouquecedora.

No caso de um homem que devorou a própria filha “a população tinha pena dele, porque a fome te deixa louco, ela te transforma num animal”, explicou Kim Eun-sun, que era criança na época e lembra do homem fora de si. Kim conseguiu fugir e estuda hoje em Seul, mas seu pai foi morto pela fome.

O que não são explicáveis pela fome são os recentes casos de canibalismo acontecidos nos EUA e na Europa. O mais clamoroso deles aconteceu em Miami, onde um drogado nu devorava embaixo de uma ponte outro homem nu e inconsciente, porém vivo.

O canibal não reagiu à ordem da polícia, que só pôs fim ao atentado matando o drogado na hora em que ele devorava um olho da vítima. Esta foi levada ao hospital com 80% do rosto danificado.

Entrementes, o canibalismo se anuncia como uma nova fronteira a ser conquistada pelos “direitos humanos”. Alguns antropólogos encerrados em suas bibliotecas dos EUA e da Europa defendem a prática quando acontece no contexto de uma “cultura tradicional”, leia-se indígena.

Alguns outros, em entrevistas ou artigos acadêmicos, avançam a teoria de o canibalismo ser válido se consentido pela vítima. O caso do canibal de Kassel, na Alemanha – que acabou sendo libertado pela justiça –deu pano para a manga na discussão dessa monstruosa teoria. 

A referida teoria faz também fugazes aparições em desenvolvimentos ambientalistas radicais que falam de uma Terra cujos recursos naturais estão esgotados e cuja população seria super-excessiva, devendo ser drasticamente reduzida para garantir o futuro do planeta.

A entrada e o desenvolvimento de um “novo direito humano” costumam seguir um percurso bastante definido. Após seus teorizadores falarem muito dele nas nuvens, é a vez de a mídia espalhar, em sucessivas ondas, fatos que sugerem que a chocante prática está mais generalizada do que se pensa.

Por fim, grupelhos radicais de “direitos humanos” começam a reclamar o reconhecimento da prática abominável apenas em certos casos.

E os “certos casos” depois vão crescendo em extensão até o momento em que os propagandistas do “novo direito humano” acham que a opinião pública já está bastante “amaciada” para aceitar a aberração.

Chega então o momento de os órgãos da ONU, do Parlamento Europeu e dos PNDHXYZ assumirem a nova bandeira. O resto da história, já conhecemos... 




Extraído de:http://pesadelochines.blogspot.com.br/

sábado, 11 de agosto de 2012

Bolcheviques destruíram igrejas cristãs mas pouparam sinagogas.

Por Henry Makow, PHD

Em Outubro, um leitor enviou-me uma questão penetrante: "Quando o bolchevismo tomou posse da Rússia, eles tentaram eliminar a religião. Sua filosofia declarada era o ateísmo e eles fecharam as igrejas cristãs e mataram ou aprisionaram o clero."

"Porém, eles também fecharam as sinagogas judaicas e mataram ou aprisionaram os rabinos? A resposta a essa questão explicará muitas coisas a respeito dos primeiros dias do comunismo e eu espero que você possa fornecer a verdade."

Semana passada eu tropecei na resposta em um livro pelo historiador americano Edwin Schoonmaker:

"Quinze anos depois que a Revolução Bolchevista foi lançada para cumprir o programa marxista, o editor da American Hebrew escreveria: "De acordo com tal informação que o escritor poderia assegurar enquanto na Rússia umas poucas semanas atrás, nenhuma sinagoga judaica tinha sido destruída, conforme haviam centenas—talvez milhares de igrejas católicas gregas...Em Moscou e outras grandes cidades, pode-se ver igrejas cristãs em processo de destruição...o governo precisa do lugar para uma grande construção",(American Hebrew, Nov. 18, 1932, p. 12) judeus apóstatas, liderando uma revolução que era pra destruir a religião como o "ópio do povo" tinham de algum modo poupado as sinagogas da Rússia". ("Democracy and World Dominion," 1939, p.211)

Se os comunistas odiavam tanto Deus e a religião, por que não destruíam também as sinagogas? Cristianismo e judaísmo adoram o mesmo Deus? Ou pode uma religião que reclama um deus exclusivo ser uma religião? Poderia ser que o judaísmo fosse realmente uma sociedade secreta a exemplo da franco-maçonaria, onde os membros não sabem da agenda escondida, que é, em realidade, expressada pelo comunismo? Embora muitos judeus religiosos fossem ant-comunistas, a informação de Schoonmaker sugere poder haver uma afinidade entre o judaísmo talmúdico e o pagão e satânico comunismo.

Minha tese de trabalho é que a cabala bancária judaico-maçônica baseada em Londres financiou os bolchevistas e está por trás da Nova Ordem Mundial. O comunismo foi parte de um grande processo dialético pelo qual a "vida nos EUA ... pode ser confortavelmente emergida com a União Soviética", nas palavras do Presidente da Fundação Ford Rowan Gaither, ao Investigador do Congresso Norman Dodd em 1953.

Se realmente o comunismo e a democracia estão sendo "emergidos confortavelmente" sob o pretexto da falsa "Guerra ao terror", então a destruição da igreja será preocupante aos cristãos e todo povo temente a Deus, incluindo judeus étnicos como eu.

ANTI-SEMITISMO 

A presença decisiva de judeus nos movimentos comunistas é bem documentada. O que os judeus não percebem é que o comunismo satânico é a fonte do anti-semitismo. O pentagrama invertido é o símbolo tanto de Satã quanto da União Soviética. Por toda a história, cristãos consideravam os judeus como agentes de satã. Alguns judeus podem ter merecido essa reputação, mas todos sofreram a conseqüência.

Judeus seculares foram ludibriados por promessas de "propriedade pública", "igualdade" e "justiça social". Rejeitando a redenção espiritual, eles abraçaram a sedução demoníaca de uma utopia terrestre. As mesmas seduções agora são usadas para alistar idiotas úteis para o governo mundial.

A Nova Ordem Mundial é sobre consolidar riqueza e poder em muito poucas mãos. Como o pioneiro comunista Christian Rakovski testemunhou, os banqueiros criaram o Estado comunista como uma "máquina de poder total" sem precedentes na história. No passado, "sempre houve espaço para liberdade individual. Você compreende que aqueles que já parcialmente governam sobre as nações e governos mundiais [p.e. banqueiros centrais] têm pretensões à dominação absoluta? Entenda que isso é a única coisa que eles ainda não conseguiram".

É espantoso que uma ideologia representa o puro mal, cujo objetivo declarado é roubar nossa propriedade e destruir nosso amor à família, a Deus, à nação, à raça e à liberdade, é não apenas aceita mas goza de prestígio em nossa sociedade. Que grande decadência a nossa! O comunismo ataca nossa bastante humanidade. É óbvio, o comunismo move-se sob diferentes nomes hoje em dia—Nova Era, direitos humanos (para alguns), feminismo, diversidade, pós-modernismo, governo mundial—sempre apresentando uma cara feliz, a melhor para enganar.

A mídia controlada pelos banqueiros emudece diante da história sobre como os comunistas arrasaram a civilização na Rússia e mataram mais de 25 milhões de pessoas. Nós devemos lembrar esse registro lamentável antes que eles façam isso de novo na América. Lembre, o credo iluminista-comunista é "os fins justificam os meios".

Os nazistas não inventaram vagões de gado para transporte humano. Schoonmaker cita Eugene Lyons, um tolo comunista, que escreveu a respeito da expulsão dos camponeses: "Milhões de casas de camponeses foram destruídas, os ocupantes apertados no interior dos vagões de gado e atirados no norte congelado ou na ressecada Ásia Central... Eu vi grupos de miseráveis homens, mulheres e crianças espreitando fora de seus buracos de ar em vagões de gado como animais presos." (239)

Como os nazistas, bolcheviques tiveram dificuldade em matar grandes multidões e dispor de seus corpos. Schoonmaker reporta que os mergulhadores da Marinha Francesa encontraram campos de corpos ancorados na base do porto de Odessa: "O fundo do mar [estava] povoado com corpos humanos colocados eretos, que a oscilação da água...suavemente movimentava ainda que eles estavam monstruosamente cheios de algas, seus cabelos eriçados verticalmente e seus braços elevados até a superfície...[esses] cemitérios submarinos [eram os] últimos lugares de descanso de alguns dos mais magnânimos filhos e filhas da Rússia." (235)

Essas atrocidades tomaram lugar em 1920, dois anos depois que Grigory Zinoviev, (p.e. Hirsch Apfelbaum) chefe da Terceira Internacional, exigiu o extermínio de 10 milhões de pessoas da burguesia russa!

Claramente o foco nos judeus como vítimas inocentes é desenhado para nos distrair da imagem dos judeus como opressores. "A história ..não registrou nada tão profundamente revoltante quanto as crueldades desconhecidas nas quais essas bestas humanas freqüentemente revelaram" escreveu E.J. Dillon.

PERTO DE CASA

Com o mesmo zelo que os comunistas massacraram a burguesia, Schoonmaker escreve que eles "perseguiram e capturaram o clero. Feriados cristãos foram abolidos... pais foram proibidos de darem instrução religiosa para crianças...uma Liga dos Ateus foi organizada para debochar da existência de todo vestígio de fé e reverência."

Tribunais de justiça foram reorganizados. A justiça era agora definida pela ortodoxia bolchevique. O anti-semitismo se tornou um crime de estado. Ciência, arte e educação eram todas postas em padrões marxistas e freqüentemente suprimidas brutalmente. Os clássicos e mesmo contos de fadas desapareceram das bibliotecas e escolas.

A instituição do casamento foi mudada. Você poderia obter um divórcio simplesmente enviando a seu parceiro um cartão. Eles consideravam mesmo a "nacionalização da mulher" como atrasada. Em 1936, a "emancipação" resultou em mulheres constituindo: "26 por cento de todas trabalhadoras nos comércios de metal e máquinas, 40% dos carpinteiros e 24% de todos os mineiros de carvão soviéticos..." (201)

Hoje na América, nós podemos testemunhar o firme declínio da cultura, educação, religião, casamento, liberdade de opinião, liberdade de imprensa e verdade objetiva. Nós podemos ver tentativas de aumentar o controle sobre todo aspecto de nossas vidas conforme os dois países estejam "confortavelmente emergidos".

CONCLUSÃO

Comentaristas judeus torcem suas mãos tentando entender a "irracional" enfermidade gentia, o "anti-semitismo". Eles precisam olhar adiante do comunismo e a tentativa dos banqueiros de retirarem o gênero humano de seu curso natural: família, nação, raça e Deus. 

Se os judeus se recusassem a ser agentes e tolos da megalomaníaca cabala bancária, se eles tivessem combatido o comunismo lado a lado com os seus vizinhos cristãos, não haveria qualquer anti-semitismo. (Embora muitos judeus nunca fossem comunistas, jamais haveria comunismo sem os judeus).

Comentaristas judeus precisam questionar de onde o espírito diabólico ameaçando a humanidade se origina. Eles precisam denunciá-lo tanto como mal e estranho a eles.






sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Talmudistas zombam de Cristo de todas as maneiras .

Sem comentários ! Está aí mais uma prova do desprezo de sionistas e do Judaísmo Talmúdico por Cristo. O vídeo é horripilante ! 













quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Israel arrasta os Estados Unidos para uma guerra contra o Irã.

Mais um bom trabalho de David Duke sobre a chantagem do Império Sionista sobre o Ocidente a respeito do Irã. Está claro que o Sionismo busca mais uma guerra no Oriente Médio em nome dos seus anseios messiânicos. Mas em vez de israelenses em conflito , estadunidenses , britânicos e outros tantos não-sionistas darão suas vidas em nome de uma causa que não lhes pertence. Vejam o vídeo ! 





quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jorge Kajuru aponta maracutaias no Futebol Brasileiro.

Não gosto do Jornalista Jorge Kajuru , principalmente por suas posições esquerdopatas. Com efeito, não posso deixar passar em branco suas denúncias corretas ou aquelas dotadas de maior credibilidade. 
Logo abaixo Kajuru acusa figurões do Futebol Brasileiro  que estariam articulando  uma conspiração contra o Atlético Mineiro. As razões : o clube de Belo Horizonte esteve próximo de negociar seus direitos televisivos com a Rede Record em detrimento da Rede Globo. Se é verdade ou mentira não posso me adiantar e ser leviano mas tudo indica um mega esquema de corrupção, tráfico de influência , crime contra a economia popular, evasão de divisas e outros tantos delitos dentro de entidades que dirigem o esporte bretão nessas terras tupiniquins. Seria de suma importância a existência de uma espécie de " Operação Mãos Limpas " no segmento em questão . Aliás , o torcedor merece ser respeitado. Sou corinthiano mas não gostaria de ver meu time vencer o Galo de maneira desonesta.  Vejam o vídeo. 





Seja um conservador como Dom Bertrand !

Dom Bertrand dando aula de Conservadorismo em três minutos. Perfeito ! Quem dera se todo brasileiro pudesse escutar esse católico e sábio homem.
 Em tempos de névoas marxistas e liberais é bom um foco de claridade intelectual conservadora. Vejam o vídeo.




Parlamentares da Ré Pública Brasileira são os mais caros do mundo.

Isso é um tapa na cara dos republicanos brasileiros !Quem lê os periódicos de 1889 e anos próximos observa que a República prometeu mundos e fundos ao Brasil , mas o que se viu mesmo  foi uma série de golpes e contragolpes e trocentas constituições. Até hoje se zomba da Monarquia nesse país , mas a verdade é que durante os 67 anos em que essas terras estiveram sob a égide dos Imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II houve estabilidade política e lisura com o erário público. Basta comparar os salários dos parlamentares daquela época com os atuais ( com todas as correções monetárias ) e a durabilidade da Constituinte de 1824 face as outras que se seguiram.
Em suma , o Brasil se assemelhava , durante o Império , às tradições democráticas mais salutares dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha ( por exemplo ). De 1889 para cá ficou mais parecido com as republiquetas de banana que o circundam. E pode se parecer ainda mais com essa onda totalitária neocomunista do PT. Tomemos cuidado ! E vejamos o vídeo ! 





domingo, 5 de agosto de 2012

A Verdadeira História do Satanismo .



Verdadeira História do Satanismo

Por Lyndon LaRouche
LaRouchePub.com
1-17-5

Satanistas Anglo-Americanos

As forças satanistas melhor organizadas operando atualmente dentro dos EUA incluem as seguintes organizações proeminentes:


A LUCIS TRUST

Esse é o principal, putativamente respeitável culto satânico baseado na Inglaterra (adora Lúcifer). A Lucis Trust, que dirige a única capela religiosa nos quartéis-generais da ONU em Nova Iorque, O Templo do Entendimento, foi originalmente fundada como a Lucifer Trust, em Londres, em 1923. A Lucis Trust, associada com a ONU, representa a afiliada de Nova Iorque da organização britânica. O nome foi mudado de Lucifer Trust para Lucis Trust, para tornar a natureza da organização menos perceptiva.

Os diretores-patrocinadores da Lucis Trust incluem as seguintes proeminentes figuras:

Henry Clausen, Grande Comandante Supremo do Conselho Supremo, grau 33, Distrito Sul dos Franco-maçons do Rito Escocês, Norman Cousins John D. Rockefeller IV, A Fundação Rockefeller, O Campo de Marshall, a família de Robert McNamara, Thomas Watson (IBM, ex-embaixador dos EUA em Moscou), A Loja Unida dos Teosofistas de Nova Iorque, U. Alexis Johnson, ex-Subsecretário de Estado Rabbi Marc Tannenbaum, do American Jewish Committee.

Proeminentes organizações de frente financiadas pela Lucis Trust, incluídas as seguintes:

A Ordem de Serviço Teosófico (fundada por Annie Besant, em 1908), A Sociedade Teosófica (fundada por Helena Blavatsky em 1875), A Associação das Nações Unidas, O Fundo Mundial da Vida Selvagem da Inglaterra, A Fundação Britânica Findhorn, A Fundação Greenpeace, A Greenpeace International, A Anistia Internacional, A Sociedade Nicholas Roerich (a conexão chefe à espiritualidade e misticismo russo), Os Antroposofistas de Rudolf Steiner, a Escola Rudolf Steiner [esses não poderiam ser genuínos seguidores de Steiner], a UNESCO, o UNICEF, o Comitê de Serviço dos Amigos Americanos.

A ORDO TEMPLI ORIENTIS (OTO)

Esse é o mais bem conhecido dos extremos cultos satanistas baseados na Grã-Bretanha. Como a Lucis Trust, a OTO é um desdobramento direto do trabalho do principal satanista britânico do século XX, o Teosofista Aleister Crowley. Os entusiastas da OTO reivindicam que tal organização seja um desdobramento da franco-maçonaria Templária, e alude a muito influente proteção dentre os Templários mais altos na franco-maçonaria britânica.

O CULTO WICCA

O culto WICCA veio até a superfície, brevemente, durante o período pós-guerra, como uma associação legalizada para a promoção da feitiçaria. É publicamente conhecida como a principal associação internacional de bruxas no mundo de hoje.

Nos EUA, a patrocinadora mais considerada da WICCA é a diocese Anglicana de Nova Iorque (Episcopal), sob o bispo Paul Moore. Oficialmente, a Catedral Anglicana de St. John, o Divino, tem promovido a disseminação da feitiçaria WICCA por todo seu Lindisfarne Center. O falecido Gregory Bateson conduziu uma tal operação fora do Lindisfarne Center durante os anos 70.

Não tão tardiamente como nos anos 70, e talvez ainda hoje, a cripta da Catedral de St. John, o Divino, é o quartel-general das cerimônias solenes da Britânica (Venerável) Ordem de Malta. Figuras chave, tais como a ex-esposa de Gregory Bateson, Dame Margaret Mead, associada com aquela ordem britânica, tinha se associado com projetos em apoio da causa satanista da "Era de Aquarius".

Por razões óbvias, as bruxas americanas se encontraram em Salem, Massachusetts, seu centro nacional. Uma das mais importantes operações dessas bruxas é sua coordenação das pesadas confusões astrológicas dos EUA.

A ERA DE AQUARIUS

A "Era de Aquarius" ou "Nova Era" é o nome genérico adotado pelo moderno movimento satanista. O melhor publicado entre os fundadores do movimento da Era de Aquarius inclui Fyodor Dostoevsky, Friedrich Nietzsche, Alex Muenthe (notoriedade de Capri), e Aleister Crowley. A maioria dos aquarianos traça as origens do satanismo moderno a Nietzsche e Crowley.

O cultista anticristo Nietzsche anunciou que o século vinte veria o fim da Era dos Peixes, a qual os Aquarianos associaram com as figuras de Sócrates e Cristo; Nietzsche profetizou que a Nova Era seria a Era de Aquarius, que se identificaria com a figura satânica de Dionysos. Crowley anunciou-se publicamente como um devoto do culto da Nova Era de Nietzsche em sua revista Vienna Theosophy, próximo do final desse século, e indicado como sua escolha preferida de nome para Satã.

Entre as atividades internas mais pesadas, a Nova Era modela seus dogmas no culto mágico de Mithra, conforme fez Nietzsche. O culto tem notável afinidade ao culto Bogomil Bulgaro-cátaro (do qual o jargão "buggery" é derivado). A figura histórica mais celebrada da Nova Era, sua escolha para a original "encarnação" do anticristo, é o Imperador Romano Tiberius que ordenou a execução de Cristo. [Alguns imperadores romanos, mais notadamente Caligula, tornaram-se possessos por serem iniciados sem estarem preparados corretamente.] Adolf Hitler e Hermann Goering estavam entre as notáveis figuras que seguiram esse culto.

O mais conhecido coordenador do centro para o projeto da Era de Aquarius nos EUA hoje é o Instituto de Pesquisas de Standford, em Palo Alto, California, do qual Willis Harman é a importante personalidade dirigente. Veja Harman, discípulo de Marilyn Feruguson da Conspiração Aquariana de 1980 para uma exposição popular das visões de Harman e o programa para subversão dos EUA. Ferguson é preciso quando relata que a Sociedade Fabiana de H.G. Wells (chefe da inteligência Britânica da Primeira Guerra Mundial) é uma figura chave na Conspiração Aquariana. Peças chave também são o aliado de Wells, Bertrand Russell, e tais amigos de Russell como Robert M. Hutchins (Universidade de Chicago, Fundação Ford, Fundação para República, Instituto Aspen e o projeto).
Tanto Margaret Mead quanto seu marido Gregory Bateson eram colaboradores íntimos de Russell e Hutchins não depois de 1938. Os irmãos, Aldous (Hollywood) e Julian (ONU) Huxley eram colaboradores de H. G. Wells, e foram recrutados ao culto satanista de Crowley durante o final da década de 20.

ROCK SATÂNICO

Desde o lançamento dos Beatles como um projeto internacional pela TV em 1963, o "rock" tem sido o mais influente recrutador do satanismo. O rock foi criado, e ainda é coordenado pelos seguidores de Crowley e pela rede OTO, em cooperação com a WICCA. Não tão casualmente, é também o maior fazedor de dinheiro satanista, e uma prova fiel do apoio logístico-chefe para posicionamento estratégico e outras atividades dos esforços da OTO-WICCA pelo mundo inteiro.

Não há nada espontâneo ou acidental a respeito do "rock". É um produto de estudos clássicos do antigo culto terrorista Frígeo do dionísio-satânico, o modelo para os cultos Báquicos romanos de características semelhantes. O controle de Crowley da "indústria do rock" foi documentado por um time de investigadores [particulares], que também notaram, que além das letras satanistas, mensagens satanistas subliminares embutidas nas gravações rock são uma característica chave dessa operação subversiva.

O próprio "ritmo rock" é copiado dos cultos dionísico-báquicos. Mesmo sem as orgias de drogas e sexuais que são características retratadas dos negócios pesados de rock, repetida, freqüente e longas horas de exposição a constante repetição de "ritmos rock" produzem constantes efeitos alucinógenos na mente da vítima. Reduzir práticas sexuais ao nível da bestialidade é uma característica crucial do satanismo em todo período histórico estudado, do período Frígio de culto a Cybele-Dionysos adiante.

Da Europa ocidental continental, entre os perigos aos E.U.A dessa região, os dois principais centros abertos ao Satanismo pesado, são hoje Turim, na Itália (onde o projeto da atriz Elizabeth Taylor "Live AIDS" tentou patrocinar um cancelado festival de rock satânico), e Losano, na Suiça
.

A MENTE SATANISTA

Os satanistas já têm numerosas vítimas. A maioria das atrocidades sexuais e relacionadas perpetradas contra crianças "desaparecidas" e outras crianças é realizada como parte dos rituais esquematizados em manuais de organizações satanistas[1]. Uma dominante associação de polícia recebeu avaliação experiente que todos assassinos conhecidos, um em cinco é um assassino ritual, como o assassinato ritual de Roberto Calvi, perpetrado por membros de cultos satanistas. Os assassinos do "Filho de Sam" em Nova Iorque, e as operações do culto do condado de Cobb dos assim-chamados "assassinos de criança de Atlanta", são compatíveis com esse modelo.

O satanismo não é "somente uma outra mania louca oculta". A mente do satanista é puro mal; o satanista é uma ex-pessoa que se transformou em algo não mais humano. Começa como adição de drogas; o recrutamento esperado ao satanismo "resulta em algum" impulso divertido, mas depois escraviza aquele ou aquela por compulsões que podem fugir ao auto-controle. As drogas e outras circunstâncias especiais podem ser significantes características colaterais de iniciação, mas não necessariamente. A chave é "deixar-se levar" até as profundezas dos impulsos descontrolados que combinam impulsos sexuais e raiva como uma unidade, e expressar essa forma de "prazer" na forma de um ato que viola um importante preceito da própria consciência.

Os escritos de Nietzsche, especialmente rumo ao último período de vida precedendo seu colapso mental remetem esses tipos especiais de emoções, e referem-se implicitamente aos terríveis atos obscenos como a esperada concretização de tais impulsos. Nietzsche reconheceu esses impulsos como satânicos --dionísicos-- em qualidade. [A atividade dionísica, ou abandono selvagem, por si mesmo leva a uma possessão não-demoníaca. Ficar possuído demoniacamente requer assassinar, torturar, ou tormentar alguém com uma atitude neutra ou positiva.]

Geralmente, nós pensamos na mente criminosa representando uma pessoa cujos objetivos são baseados em "impulsos humanos normais", mas cuja escolha de meios é imoral. Fazer algo ilegal não é necessariamente imoral; a definição usual da mente criminosa é a pessoa inclinada a preferir meios imorais como atalhos a algum objetivo costumeiramente não inconsistente com os impulsos humanos normais. No caso do satanista, nós tocamos em algo bastante além de uma simples mente criminosa.

Imagine uma mente criminosa que experimentou uma transformação curiosa. Talvez, anteriormente, esse camarada tenha sido um bandido habitual, mesmo daquele tipo de mente deformada que se deleita em ocasiões que ele poderia ter imaginado que ele tivesse o pretexto para exercer o poder de vida ou morte sobre alguma vítima casual na cena desse crime. Todavia, sobre esse ponto, o roubo ou seqüestro resultam sempre no estímulo de sua atividade criminal.

Agora, ela mudou. O crime não é mais motivado pelo impulso de empregar meios cruéis para ganho pessoal. Em vez disso, o prazer da sensação de poder realizado em empregar viciosamente meios cruéis se torna um fim em si mesmo. Essa forma de prazer criminal transforma-se numa mistura de raiva e sexualidade. Apetites esgotados criam um estado mental naquele homem para que ele deva fazer algo mais monstruoso que ele tinha feito antes, para realizar o nível desejado de prazer orgiástico da façanha maligna. O mal para o propósito de fazer o mal, se tornou para ele um objetivo em si mesmo. Esse homem se torna uma besta, um virtual satanista.

Esse é o estado mental que o satanismo procura desenvolver em seus iniciados. Poderia começar com um ato sexual normal executado sob a influência de um horrível estado mental. Em breve, algo muito mais degradante se torna uma necessidade para um futuro iniciado com os apetites rapidamente esgotados. Em contraste com a mente saudável, que procura sempre se tornar melhor naquilo que está sendo dominado, ao iniciado no satanismo, um sentido de necessidade se desenvolve, a fim de procurar exibir a si algo muito pior do que alguém já fez anteriormente. Os cultos satânicos organizam esse processo degradado de auto-degeneração. O potencial para incidência endêmica de bestialidade individual no interior da sociedade é transformado em uma forma de comportamento social organizado e institucionalizado.

A tradição da "Missa Negra" aponta a mecanismos de satanismo como tais. A instrução de Nietzsche é suficiente nesse ponto. Desenvolver algum ato realmente monstruoso de blasfêmia, e associar esse estado de blasfêmia com algum tipo de prazer degradado e orgiástico.

Retorne à antiga Mesopotâmia, de onde o satanismo foi transmitido à Europa ocidental. A figura relevante do satanismo não é masculina, mas feminina. A figura masculina --Satã, Baal, Lúcifer e assim em diante--é uma figura subordinada; o princípio feminino do mal é pré-dominante. Então, a mãe de Satã, a "Prostituta Babilônia" é conhecida de outra forma como a Caldéia Ishtar, a Caananita Astarte, Isis, Venus, ou a Cibele Frígia. O ritual dos sacerdotes de Ishtar era um obsceno "serviço religioso" que era concluído com a fornicação dos sacerdotes com a congregação. Daí a "Prostituta da Babilônia" e a posição associada de Ishtar, Athtar, Astarte, Isis e Venus como as deusas patronas da prostituição.

Essa prática cultual satânica foi introduzida na Mesopotâmia da Índia pré-Ariana [que era de domínio assinado por Inanna/Ishtar - ver as Guerras de deuses e homens de Sitchin]. A assim-chamada cultura "Harrappan", retratando a Mãe Terra e a deusa da fertilidade Shakti e sua figura masculina Siva estabeleceram um grupo de colônias no Oriente Médio. Os sumérios estabeleceram uma colônia a qual os semitas locais chamaram de "o povo da cabeça preta" (Dravidianos), que era uma colônia Harrapan. Entre os semitas, Shakti se tornou conhecida como Ishtar. Na colônia Harrapan de Sheba-Ethiopia, Shakti se tornou conhecida como Athtar. No desdobramento caananita ("Fenício") da colonização de Harrapan, ela se tornou conhecida como Astarte. Os cultos helênicos de Ísis e Osíris eram desdobramentos dos cultos de Harrapan de Shakti-Siva, por essa estrada. Quando o mesmo culto se espalha para um povo indo-europeu, os frígios, Shakti-Siva assumiu as formas indo-européias de Cybele e Dionysio (dia e noite). Apollo e Lúcifer são variantes do nome para Satã-Osíris-Dionysio. [Ishtar era ambiciosa.]

Entre os Caananitas, por exemplo, o satanismo expressou-se em formas tais como a adoração de Moloch, com o costume incluído de fazer sacrifícios humanos dos recém-nascidos de cada casamento. Notavelmente, essa tradição Caananita é retratada nos modernos rituais sexuais e homicidas com bebês e crianças usadas como sacrifícios humanos[2].

Combinando os meios pelos quais os homens e mulheres são degradadas em potencialmente satânicas formas de bestas, como rituais associados com o satanismo são praticado como uma "anti-religião", movimentos satânicos em grande escala são desenvolvidos através de proselitismo sistemático.

O resultado dessa iniciação, conforme nós já enfatizamos, não é o ser humano, mas um ex-ser humano transformado em algo que não é humano.

Liberais modernos e outros desdenham dos relatos de selvagens caças às bruxas dos séculos anteriores. Habitualmente, a operação especial Britânica COINTELPRO, dirige em Salem, em Massachusetts, uma operação secreta contra a independência da Bay Colony em Massachusetts, comumente referenciada. Uma melhor comparação é a proliferação dos movimentos satanistas durante o século XIV; essas bruxas eram realmente sub-humanas, bestas satanistas, que representavam aquele tipo de ameaça à população daquele período. Assim, a população, como sua única defesa contra uma força genuína força satanista deste gênero, caçou-as com afinco e procuraram destruí-las. Não é à toa que o Antigo Testamento avisa, "Não deixarás viver uma feiticeira" (Ex. 22, 18). As bruxas do antigo Oriente Médio e da Europa do século XIV eram bruxas muito reais e muito más, não propriamente humanas, mas bestas assassinas.

FEITIÇARIA MODERNA

A moderna difusão da feitiçaria nas nações de língua inglesa começou durante o século XVI, na ambientação dos cultos cabalistas e rosacruzes erigidos ao redor de Oxford e Cambridge. Francis Bacon e seu secretário Thomas Hobbes eram partes desse movimento. A inculcação endêmica de satanismo que isso estimulou na Inglaterra do século XVII explodiu depois da acessão do Rei George I, na forma dos clubes do fogo infernal que proliferaram entre a nobreza inglesa degenerada durante o longo liberal governo do primeiro ministério de Hugh Walpole.

Durante o período da Restauração dos Stuart, o cultismo pró-satânico rosacruz e cabalista em torno da corte dos Stuart se agarrou com o caso de Robert Bruce para reorganizar o culto em uma nova forma.

Robert Bruce foi o líder de um grupo de adoração a Templários de Satã (Baphomet), que fugiram para a Escócia, fora da irritada justiça do Papado e do Rei da França. O que eles traziam consigo era a exploração dos Templários da tradição cátara (Bogomil) na região de Toulouse e Albi, para erguer o tipo de adoração satânica sincrética que os Templários adquiriram no Oriente Médio. O Papado tinha ciência disso, e o Rei da França agiu no sentido de fechar os Templários por meios costumeiros naqueles tempos. Um grupo de Templários sob Bruce fugiu para a Escócia, e depois de algumas dificuldades iniciais, fizeram-se senhores do lugar.

A natureza da corte dos Stuart é ilustrada pela caracterização de um governo dos Stuart daquele período como a "Cabala". Nessa história, Macauley oferece uma amável descrição do assunto. Durante esse século, quando a arca dos laboratórios de ensaio de Isaac Newton foi aberta e examinada, o conteúdo do real "trabalho científico" de Newton concentrou-se em uma seleção de esplendor e especialmente insanos experimentos em "magia negra". Os círculos ao redor de Francis Bacon e Hobbes eram, como nós dizemos hoje, "uma coleção valorosa de tolices".

Assim, a mistura templária do gnosticismo Bogomil misturou-se com satanismo Hashishin, o que motivou as credenciais templárias de Bruce serem vistas como material apropriado para a construção de mitos para o deleite de tolices dos Stuart no período. A aristocracia liberal da Grã Bretanha se tornou uma concentração principal dessa imundície. Quando os liberais conseguiram todo o poder, sob Walpole, essa besteira Liberal revelou-se de tal forma como os proliferantes clubes infernais. Essa tradição era cultivada sob o fantoche do Segundo Conde de Shelbourne, o primeiro ministro, William Pitt, o Filho, com figuras satânicas tais como o poderoso Jeremy Bentham na fachada.

O satanismo ganhou novo fundamento sob a proteção do Liberalismo e do Romantismo durante o século XIX. Na Inglaterra, as mais virulentas novas formas flutuavam em torno de John Ruksin da Oxford University e da Irmandade Pre-Raphaelite. Fora dessa vindoura teosofia, a associação do socialismo britânico, a Sociedade Fabiana, Bertrand Russell, H. G. Wells e Aleister Crowley -- todos satanistas.

Isso se derramou sobre os EUA, notavelmente nos círculos do putativo "Grande Despertar" evangelista de Johnathan Edwards, e seu protetor, o ativista do Princeton Hell-Fire Club Aaron Burr. Durante o século XIX, espécie de colher de cozido associado a figuras tais como Oliver Lodge e A. Conan Doyle entornado generosamente entre os mais ricos anglófilos liberais dos EUA.

Em resumo, esse tipo de bruxaria se tornou endêmica pelos séculos. A diferença é que o que era endêmico se tornou epidêmico




sábado, 4 de agosto de 2012

Sionistas inventaram o terrorismo moderno.

As provas de que o Sionismo criou o Terrorismo Moderno parecem evidentes demais. O vídeo mostrará como isso se deu na prática e de como os sionistas ideológicos se orgulham dos seus próprios crimes. 











Banca de Londres e Wall Street matou Presidente da Polônia?



Prestem bem atenção no vídeo abaixo. Ele traz provas fortíssimas de que os banqueiros usureiros de Londres , Wall Street e Xangai mataram boa parte do alto corpo dirigente da República Polonesa , entre seu presidente,  membros do Banco Central e militares. Prestem muita atenção no que será exposto abaixo!








quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Por dentro da Skull and Bones .

Mais um belo par de vídeos sobre a seita germano-estadunidense Skull and Bones. Dessa vez , não é uma entrevista com Anthony Sutton mas um pequeno documentário sobre as origens e desenrolar de uma das seitas mais perigosas , poderosas e discretas do mundo.